Jiles Rimet-Parte 2
Jiles, nasceu para o consenso, para a unir pessoas, aliar sentimentos, associar nações, agregar esforços, difundir o esporte, em especial o futebol, pois, ligado a AAA (federação Francesa), contudo, também da FIFA, sonhava com a união dos povos, ainda que, em determinado tempo da vida, foi obrigado a integrar as forças militares na defesa do seu País, soube do interregno de 1914, sentiu os foles pulmonares exalarem energias.
Rimet, contrariamente, aos seus contemporâneos da época que lideravam o comando internacional dos esportes, dentre eles, o Barão Pierre de Cobertin, o qual teve a felicidade de criar os Jogos Olímpicos (da Era Moderna), porque ele, Rimet, não integrava a camada aristocrática, ao contrário, provinha de classe baixa, portanto, seu crescimento estava alicerçado no esforço pessoal, da própria luta, alegrava-o, despender forças em favor do esporte!
O resoluto Jules Rimet, antes da Assunção da presidência da FIFA, em 1922, percebeu que havia a possibilidade de amainar ânimos, eis, ainda gurizote, soube de uma trégua na primeira Grande Guerra, quando, em 1914, em pleno embate armamentista, soldados alemães e ingleses, deitaram armas e participaram de uma partida de futebol, sonhou com a paz, “fez” a paz acontecer, na seara dos jogos e, sua dedicação exclusiva ao esporte, tornou-o o maior jogador do mundo, sem ter chutado uma única pelota!
O Troféu Copa do Mundo – FIFA -, feito de prata e lápis lazúli folheado a ouro, representava Nice, a deusa grega da vitória, inicialmente, denominado Victory, veio a ser renomeada, em – Jiles Rimet, em homenagem ao presidente da FIFA, foi concedido de forma rotatória, porém, com um dispositivo que concedia-a definitivamente à seleção que a conquistasse, por três vezes, quis o destino que a Jiles Rimet, fizesse morada no Brasil, contudo, deste, sumiu inadvertidamente, ironia ou não, o assaltante do trem pagador inglês, também veio morar no Brasil!!

