Brasil aposta no estilo Ancelotti para vencer o Japão e avançar às oitavas da Copa do Mundo

Pela primeira vez na história, o Brasil jogará uma partida eliminatória na Copa do Mundo antes das oitavas de final. Um jogo que, na falta de nome melhor, vem sendo chamado de segunda fase. Mas independentemente da nomenclatura, o confronto com o Japão, às 14h (de Brasília), em Houston, vale a sequência na competição e o sonho do hexa. E a Seleção terá uma novidade, ao menos sob o comando de Carlo Ancelotti.
Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Vini Jr, Matheus Cunha e Rayan. Esses são os 11 privilegiados jogadores que, pela primeira vez desde que o técnico italiano assumiu a equipe, começarão duas partidas seguidas. Em todos os outros compromissos, o treinador fez alguma mudança nos titulares.
A Seleção que já começa a ser decorada pelos torcedores busca o meio-termo entre a aceleração após a recuperação de bola e a cadência para construir quando for necessário. Mas, pelas ordens de Ancelotti, o objetivo é ser o mais rápido o possível para chegar ao gol adversário. Como manda o estilo Ancelotti.
Sobre o estilo Ancelotti, aliás, outra meta é considerada fundamental. O treinador já disse mais de uma vez que uma defesa sólida é fundamental para ganhar a Copa do Mundo. No 3 a 0 sobre a Escócia, a Seleção foi o primeiro time da história dos mundiais a chegar a 50 jogos sem levar gol. Desses, Alisson foi o goleiro em sete. Se ficar mais uma vez invicto, Alisson empatará com Taffarel e Leão com oito partidas sem ser vazado.
Mas enganam-se os torcedores que considerarem fácil o desafio. O Japão está longe da inocência de outras edições, conta com jogadores nos principais centros de futebol e vêm crescendo na competição. Ficaram em segundo lugar no grupo com Holanda, Suécia e Tunísia, tendo empatado com Holanda e Suécia e vencido a Tunísia.

