
No dia 25 de julho, a Academia de Letras do Noroeste do Rio Grande do Sul (Alenrio) realizou a Sessão Solene de Posse de Neoacadêmicos. O evento aconteceu na Chácara Ludwig, localizada na Linha Amadeu Centro, interior de Campina das Missões e reuniu acadêmicos, autoridades políticas, lideranças culturais, convidados de honra e imprensa.
A mesa de autoridades reuniu o prefeito anfitrião Carlos Justen; o secretário-adjunto de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano do RS, Fernando Classmann; o prefeito de Boa Vista do Buricá e vice-presidente da Famurs, Joãozinho Sehnem; o prefeito de Tucunduva e vice-presidente da Amufron, Jonas Fernando Hauschild; o prefeito de São Luiz Gonzaga, José Antônio Flach Werle; o conselheiro nacional de Cultura, Geziel Souza; o presidente do IHGSLG, Anderson Iura Amaral Schmitz; além de representantes da Asle, Almurs e Alpas 21. Entidades como a ARL e o Fórum Rio-Grandense das Academias de Letras também enviaram saudações oficiais.
A solenidade contou com uma recepção tradicional a pão e sal acompanhada por violino, entrada oficial dos acadêmicos portando as bandeiras dos municípios representados e apresentação de danças russas do Grupo Troyka.
Durante seu pronunciamento, o presidente da Alenrio, Renato Pereira, ressaltou o caráter cultural da instituição. “A Alenrio nasceu com a missão de preservar a nossa língua falada e escrita, os modos de viver e de falar do noroeste. O que nos aproxima e o que nos diferencia: a literatura”, afirmou.
Foram empossados como membros titulares Noé Teixeira (Cadeira Nº 20), Ivânio Dalagno (Cadeira Nº 21), Roberto Mazzini Bordini (Cadeira Nº 22) e Valentina Luiza Heldt (Cadeira Nº 23).
Com as novas admissões, a Alenrio passa a ter 23 cadeiras ocupadas do seu total de 40. Durante o ato, as diversas autoridades presentes enfatizaram a importância do resgate histórico e da preservação da identidade do noroeste gaúcho.
Sobre a Alenrio
A Academia de Letras do Noroeste do Rio Grande do Sul – Alenrio tem como missão cultivar, preservar e divulgar o vernáculo e a literatura regional, reunindo escritores dos municípios da região noroeste do Rio Grande do Sul. Os acadêmicos são chamados de “imortais” e ocupam uma cadeira, seguindo a tradição da Academia Francesa. O conceito da outorga da “imortalidade” remete à lembrança e à valorização permanente do acadêmico no conjunto de escritores da região. É filiada à Academia Rio-Grandense de Letras e Fórum Rio-Grandense das Academias de Letras, integra o Movimento Nacional ODS-RS e é Ponto de Cultura pela Política Nacional Cultura Viva; atualmente, conta com 23 cadeiras.






