Ressurreição, vida, luz e paz
A humanidade do Homo sapiens existente há mais de duzentos mil anos na Terra fez nas últimas emanas uma vez mais a memória da primeira vinda de Jesus Cristo a este planeta a fim de revelar a verdadeira imagem de Deus e deixar a divina e eterna mensagem sintetizada no amor a Deus e ao próximo como a si mesmo. Esta humanidade, portanto, se nesses últimos dois mil e poucos anos cresse nessa mensagem e a praticasse de verdade no dia a dia em casa e fora de casa, em todos os lugares e ambientes particulares e públicos, em cada uma das nações, teria na Terra, também nos anos deste milênio, uma vida como que de paraíso.
Com a crença e prática da mensagem de Jesus Cristo, uma vez sinceras, esta humanidade viveria hoje em fraternidade completa, vendo todos terem moradia digna, com tudo de bom e necessário para a vida dentro e fora de casa, com trabalho e emprego, com salários e ganhos justos e suficientes, com descansos e lazeres, enfim, com vidas defendidas e promovidas, com planeta respeitado no solo e subsolo, com atmosfera limpa e oxigenada, com águas cristalinas, floras e faunas preservadas. Esta humanidade, a do homem sábio, a última versão de homem ora existente na Terra, se tivesse atingido estes altos graus de amor, civilização e aperfeiçoamento mental e espiritual, teria na Terra uma vida como que de paraíso. Teria, em três detalhes, a Terra como mãe, os semelhantes como irmãos e Deus como pai.
A humanidade, se já estivesse nesses elevados patamares humanos e divinos, seria o que dizem e mais do que dizem as palavras básicas positivas da oração de São Francisco, ou seja, seria hoje – para si, para os outros e para o mundo – um instrumento de amor, perdão, compreensão, amizade, paciência, concórdia, união, esperança, sabedoria, verdade, alegria, vida plena, e mais, muito mais, não só neste dia e ano, mas em todos os dias e anos futuros, um instrumento do amor, luz e paz de Jesus Cristo.
Assim, como a humanidade sabe, os safados – forma mnemônica de sacerdotes, fariseus e doutores da lei do segundo templo de Jerusalém – mentiram para Pilatos e Pilatos, acovardado e dando créditos às mentiras, condenou Jesus à morte. A paixão, a condenação, a morte e a sepultura, porém, não tiveram para Jesus e em Jesus a última palavra, mas a ressurreição, a vida. Mesmo a humanidade e a Terra sendo e tendo hoje o que são e têm e profetizando ser e ter em dias e anos que vêm, que continuem fazendo e vendo tremular nos altos dos mastros os sonhos, metas e ideais nobres, as virtude todas, as mostras e práticas das mensagens de Jesus Cristo. Enfim, as ressurreições, a vida, a luz e a paz.

