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SANTO ÂNGELO
07 de fevereiro de 2026
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Opinião

Poderes da república

  • fevereiro 7, 2026
  • 2 min read

São poderes da República Federativa do Brasil, Executivo, Legislativo (Câmara e Senado) e Judiciário! Estes três poderes, em tese, decidem a vida da nação (nação: povo, território e ideais), brasileira e, “somente” a dois deles, Executivo e Legislativo, cabe legislar (criar leis), exceto alguma normatização, à ser realizada por algum órgão (sub-poder), enquanto o judiciário decide, com base na legislação posta pelas duas casas e na Constituição (Carta Magna) Promulgada em 1988, esta, é fruto de uma Assembleia Nacional Constituinte, especificamente eleita para esse fim!
Os poderes, em princípio, não devem ou não deveriam se imiscuir em assuntos dos outros poderes, no caso brasileiro, existem inúmeras irregularidades, causando uma verdadeira confusão, ao agir com subterfúgios, excedem as suas prerrogativas, provocam a intervenção de outros, que, máxima data vênia, deveria devolver a postulação, com base na interdependência dos poderes, contudo, uma das funções vitais do poder legislativo, também, fiscalizativo, e que não vem sendo exercida, diz respeito as decisões judiciais, que desrespeitam e/ou extrapolam a legislação disponível!!
Havia tempos, ouvia-se bacharéis resolutos, alertando do perigo iminente da intromissão ou intervenção daquele poder que possui chancelas, fazendo-se valer sobre os demais, segundo eles, seria um desastre, diziam-no sem receios, medo, rodeios, o que permite utilizarmo-nos de um linguajar bem campechano, próprio em momentos atuais, falte-lhes a coragem de ontem, ou, ela restou preza na garganta, qual a argola na inhapa…, são os tempos, e, ao deambular pelas artérias deste rincão, muitos destes retratos nos brindam com sorrisos!
Poder é poder ou “poder!” Historicamente, a humanidade se viu diante de grandes figuras, mencionar algumas, apenas, por mencionar, Júlio César, Ciro, Justiniano, Carlos Magno, todos eles, ao seu tempo, aplicaram e serviram-se de leis, sanearam problemas da população, por igual, não faltaram aqueles que destoaram da vontade popular, houve quem popularizou-se diante da legislação, porém, estamos diante de fatos apreensivos e desproporcionais, nestes momentos, há que se dar guarida à cautela, ela se constitui na nossa maior parceira, com leis justas ou não, acautele-se!

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Renato Schorr

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