Na estrada do tempo
Era e é uma questão de tempo! Considerando que nada é eterno, assim, sem sombra de dúvidas chegaria e, chegou! Chegou de mansinho, quase furtivamente, alaridos para quê, a intenção era essa mesma, devagarinho, porque eles desservem nestes momentos, momentos oportunos para desencilhar verdades, desempacotando-os lentamente, com toda prudência, fazendo os sonolentos crer da plenitude da paz, da normalidade das coisas, da segurança dos dados e dos recursos deitados junto as instituições bancárias, da segurança dos cartões e permanente percepção dos proventos de aposentadoria e tantos outros!
Todavia, todavia, por alerta, outra vez, todavia, antes disso viria e efetivamente se fez verdade, experimentarmos dores terríveis, momentos amargos, aprendizados dolorosos, ferimentos terríveis, situações e dores inconsoláveis, olhos marejantes, fome insaciável, degredação de seres e cursos de água, resíduos jogados entre a vegetação e em leitos aquáticos, ainda, inúmeros fatos e acontecimentos impublicáveis em todos os sentidos, em pleno curso de normalidade, quer em solo nacional brasileiro e, em tantos outros países do nosso planeta!!
O tempo passa despercebidamente aos olhos humanos, porém, na passagem do próprio tempo, deixa mostras da sua passagem, cravadas em memoriais, em edificações, nos cultivos, na medicina, no conhecimento, nas questões sociais, no aproveitamento dos recursos naturais, na compreensão dos cosmo e, em inúmeras outras atividades, louváveis em inventos e na aplicação do conhecimento e do entendimento oportuno de cada necessidade, mas há uma possibilidade gigantesca da perda do norte da situação, em especial, da aplicação contemporânea das regras civilizatórias!
Os desinformados ainda estão dormitantes e dormitantes permanecerão e jamais sairão da inércia física e mental, devido a sonolência perene, ainda, pela infausta noção de dependência passiva, à outros, é possível o assombro, porque supostamente ativos, inteligentes, detentores e senhores de conhecimentos acentuados, vivem em pleno marasmo, entretanto, há quem jamais possa se dar por desentendido e é quando chegamos no topo, no momento crucial, podemos fingir neutralidade, a prioridade se faz robusta, nossa missão destes cresce assustadoramente, a estação que se avizinha é verão ou inverno!!!!