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SANTO ÂNGELO
30 de agosto de 2025
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Opinião

Ensinos de Jesus em Madalena

  • agosto 22, 2025
  • 3 min read

Todos os seres humanos podem informar-se nos textos do Novo Testamento que Jesus Cristo veio a Terra não para condenar e matar, mas para salvar e dar a vida e vida plena. O amor de Jesus Cristo pelos seres humanos todos, também por todos os pecadores, não tem limites. É infinito, gratuito, eterno. O amor dele e nele tem dentro e fora o perdão. O perdão, como o amor, radical. Perdão que, como o amor, tudo perdoa, tudo lava, tudo esquece, tudo cura. Perdão que, como o amor, põe em grau máximo a vida e o bem, a luz e a paz. O que realmente importa para Jesus Cristo é a vida, o amor, o perdão, o bem, a luz, a paz, ou seja, os valores eternos.

Não lhe importam nem lhe têm valor algum, portanto, entre outros, o pecado, o erro, o mal, a morte. Os valores do mundo. Sejam estes quais forem – todos chinfrins, vazios e efêmeros. Homens e mulheres de boa vontade, todos eles e elas, podem constatar com nitidez tudo o que vale e tem valor supremo para Jesus Cristo nas histórias e parábolas que ele contou aos apóstolos e que estes, escrevendo-as, deixaram-nas registradas nos evangelhos, nas cartas e nos demais textos bíblicos.

Uma das histórias com dados reais hoje aqui memorizados está em Madalena que de pecadora judaica passou a ser e é santa cristã. Ela certo dia foi pega em flagra em adultério e levada à força até onde estava Jesus Cristo a fim de eles, na presença de Jesus e com aprovação de Jesus ao artigo arcaico da lei de Moisés, feito por eles e para o bem deles, matá-la apedrejada. Ora, Madalena sozinha não cometeu adultério, mas com um homem judeu, do qual esconderam o nome. Levaram eles apenas Madalena, a mulher adúltera, não o homem, o homem adúltero. Só ela pecou e ele não? Só ela seria morta e ele não? Ele, mesmo adúltero, continuaria sem pecado, um santo homem, livre e limpo na sociedade, dentro e fora do templo? Que desigualdades mosaicas e judaicas da época!

Jesus Cristo, mesmo sabendo do pecado que Madalena cometeu e lhe pesava no corpo, alma e espírito, não a acusou, não a excluiu nem a condenou, mas teve compaixão dela, amor por ela, perdoou-lhe, hegemonizou-lhe a vida, deu-lhe a bênção na hora de ela sair dali com vida. Sim, a bênção de ela desta hora em diante não pecar mais, de ter nova vida, longe do pecado que pesa e mata sonhos, metas e ideais nobres da vida. Sim, que mata a vontade de viver, lutar e ser feliz. Enfim, que mata o corpo e a vida do corpo, a alma e a vida da alma, o espírito e a vida do espírito. Os julgadores e matadores aqueles, ouvindo de Jesus o atire em Madalena a primeira pedra quem não tinha pecado, talvez um ou outro inclusive o de adultério ali presente, deixaram cair as pedras e as máscaras hipócritas e viram – pelo que se pode deduzir – que em vez de julgar, matar e morrer mais vale amar, perdoar e viver.

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Artur Hamerski

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