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SANTO ÂNGELO
09 de maio de 2026
Rádio AO VIVO
Opinião

Uma homenagem emocionante e sem precedentes

  • maio 9, 2026
  • 4 min read
Uma homenagem emocionante e sem precedentes

Certamente em 50 anos de rádio-jornalismo nunca estivesse à altura para receber uma homenagem tão marcante, surpreendente e emocionante como a que recebi da direção e colegas da Rádio Santo Ângelo na última quarta-feira.

Tudo porque nessa data marquei os 13 anos de entrada na emissora e dirigindo o Programa Rádio Visão de forma ininterrupta.

Com direito a bolo e 13 velinhas, fui obsequiado com lindas e carinhosas palavras da diretora Robriane Raguzzoni e Loureiro e com aplausos dos demais colegas.

Refeito do choque emocional, fui instado a dizer quantas entrevistas já foram feitas nesse período. Pois, aí vão os números:  três por dia; 60 por mês; 720 por ano e 9.360 em 13 anos.

E aí, acha que foi pouco?

 

Vereador abre polêmica sobre o novo centro administrativo

O vereador Adolar  Queiroz,  da bancada do PDT, abriu uma polêmica esta semana sobre a construção do novo centro administrativo da Prefeitura na área que pertencia ao Elite.

O vereador focou nos dois principais objetos que materializam a nova sede. O primeiro deles é sobre a arquitetura das futuras instalações, afirmando categoricamente que a maquete eletrônica apresentada não tem inspiração alguma ligada à história de Santo Ângelo.

A perspectiva que foi apresentada pelo prefeito Nívio Braz, segundo ele se parece muito mais com uma acanhada estação rodoviária do que com um centro administrativo.

O outro ponto central contestado pelo vereador é o valor de aproximadamente R$ 9 milhões que teria sido avaliado para a área de quase dois hectares, situada em ponto central da cidade.

Queiroz quer que o prefeito ouça engenheiros e donos de imobiliária para reavaliar o valor.             Segundo ele, o lance mínimo do futuro leilão deveria ser fixado em pelo menos R$ 14 ou R$ 15 milhões.

E fez uma comparação: “O terreno da antiga estação rodoviária, bem menor do que o do Elite, foi vendido por R$ 8,5 milhões, numa área muito menos valorizada”.

Resumo da ópera: se mais vereadores concordarem com Queiroz, a polêmica tende a ser grande.

 

Corsan se supera cada vez mais no sentido negativo

Além das dezenas de reclamações que os usuários da Corsan fazem periodicamente, agora se soma mais uma ao emaranhado de queixas.

Um consumidor foi notificado nesta semana, via Whatts, que havia uma conta aberta (não paga) em seu nome na Corsan. Indignado, decidiu responder no mesmo Whatts, mas imediatamente veio a informação de que aquele contato não recebe resposta e que deveria adicionar um outro, com quase uma dúzia de números.

E a indignação do consumidor é procedente e está calcada nos 12 últimos  boletos pagos que apresentou à coluna, demonstrando que todos estavam pagos, e mais: sempre com folgada antecedência ao dia do vencimento.

Como o número do Whatts foi trocado, ficou a ver navios e ainda teve que o incômodo em ter que ir pessoalmente até a companhia para contestar a cobrança indevida.

A pergunta é: até quando vai continuar essa lambança de informações desencontradas e mal explicadas?

Não seria hora do Poder Público dar uma revisada no contrato de concessão ou até mesmo denunciá-lo?

 

Uma morte sob suspeita

A juíza de Direito Mariana Francisco Ferreira, que atuou em São Luiz Gonzaga, tinha o sonho de ser mãe, como todas as mulheres. Mas não engravidava. Aos 34 anos ela foi até uma clínica em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo para realizar a coleta de óvulos para a fertilização “in vitro”. A coleta foi realizada numa clínica de reprodução assistida.

A juíza, depois da coleta, voltou num caixão de São Paulo. Logo após receber alta da clínica foi para casa, mas de lá voltou com muita febre e foi levada direto para a UTI.

No dia seguinte passou por uma cirurgia e horas depois acabou falecendo. A polícia agora investiga duas hipóteses: teria havido erro médico ou ela ficou doente já dentro da clínica.

Como sempre, vai ter um empurra-empurra entre o hospital e a clínica e só Deus sabe o que pode ter motivado a morte da juíza, que era carioca, mas adorava o Rio Grande do Sul.

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Luiz Roque Kern

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