Lula confirma Geraldo Alckmin como vice de chapa na disputa à reeleição em 2026

O presidente Lula confirmou que Geraldo Alckmin será o candidato à vice-Presidência da República na chapa do PT e do PSB para disputar a reeleição em 2026. Quinze ministros estão deixando os cargos no governo para concorrer em outubro.
Geraldo Alckmin, do PSB, deixa o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O substituto ainda não foi anunciado.
Nos Transportes, sai Renan Filho, do MDB, e assume o secretário-executivo George Santoro.
Sílvio Costa Filho, do Republicanos, deixa o Ministério dos Portos e Aeroportos. O secretário-executivo Tomé Barros Monteiro da Franca, assume.
No Planejamento e Orçamento, sai Simone Tebet, do PSB, e entra o secretário de análise governamental da Casa Civil, Bruno Moretti.
No Meio Ambiente, sai Marina Silva, da Rede. Assume o secretário-executivo João Paulo Ribeiro Capobianco.
Macaé Evaristo, do PT, deixa o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. Entra a secretária-executiva Janine Mello dos Santos.
No Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, do PT, sai e assume a secretária-executiva Fernanda Machiaveli.
Rui Costa, do PT, deixa a Casa Civil. Miriam Belchior, atual secretária-executiva, vai para o cargo.
Na Educação, sai Camilo Santana, do PT. Entra o secretário-executivo Leonardo Barchini.
André Fufuca, do Progressistas, deixa o Ministério dos Esportes. Entra Paulo Henrique Perna Cordeiro, secretário de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social.
No Ministério das Cidades, sai Jader Filho, do MDB. Entra o secretário-executivo Antônio Vladimir Lima.
Na Igualdade Racial, sai Anielle Franco, do PT, e assume a secretária-executiva Rachel Barros de Oliveira.
Sônia Guajajara, do PSOL, deixa o Ministério dos Povos Indígenas. Entra o secretário-executivo Eloy Terena.
No Ministério da Pesca e Aquicultura, sai André de Paula, do PSD. Entra o secretário-executivo Rivetla Édipo Araújo Cruz.
André de Paula assume o Ministério da Agricultura e Pecuária no lugar de Carlos Fávaro, do PSD.
Ministros de Estado têm até 4 de abril para deixar os cargos caso queiram concorrer às eleições.

