Destruindo sonhos
Havia um tempo…, houveram tiramos, bastardos, cruéis, crápulas, impiedosos, salafrários, esses, destruíram sonhos, arrasaram plantações, incendiaram casas, cidades, mas, no mesmo espaço e tempo, também existiram pacifistas, amáveis, queridos, idealistas, altruístas, virtuosos, generosos, bondosos, ordeiros, prestativos, residindo em cavernas, casebres, casas modestas, palácios e moradias rústicas, vivendo aos sabores daqueles idos, ao modo de ser, com a tecnologia vigorante daquela cronologia, realizando sonhos airosos.
E hoje, como se mostra o passado? Segundo e seguindo os noticiosos, na contemporaneidade, embora pretendêssemos ver, sentir e viver apenas em cenários feito virtudes, os homens teimam em manter hábitos e condutas desairosas, ah tivesse ocorrido o crescimento em séculos, hipoteticamente, também pudesse representar estágios evolutivos no – cognitivo humano, dada a presumida maturação da espécie, porém, fica a triste impressão de que os séculos nos conduziram a involução, e os sonhos das gentes ficaram e ficarão… insonhados!
Há um largo de insensatez experimentada nos tempos contemporâneos, legados recolhidos na caminhada, frutos dos regramentos impostos pelos barões do poder econômico, associado aos poderes dos estados nacionais, uma vez convencionado, seguiram-se as diretrizes de cada bastão – de poder, cada asa teve as suas plumas enfeitadas com os adornos que adocicaram o seu paladar, aos devoradores destes adocicados, coube deliciar-se das mazelas danosas ou benignas e “honrar” os resultados desta seleta, colhida pelo próprio corpo, ao livre arbítrio! O sonho de retornar ao antigo corpo, faleceu.
As verdades circulantes em nossa querida Pátria, destroem a vida de gerações, porque fomos criados sem jamais – deixar fluir inverdades, nossos genitores mostraram luzes, os deveres e as obrigações, todavia, estamos diante de uma encruzilhada, um labirinto, por razões simplórias e de fácil compreensão, pessoas de elevados cargos e funções, deleitam inverdades… não, mentiras, e ainda professam blasfêmias, com singular naturalidade, contra àqueles que detém a obrigação de impedir as condutas desonrosas, essa “elevada estirpe,” destrói a formação das crianças, seus sonhos e o sonho de uma nação!!!

